O PT tentou negociar a relatoria da LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2026 em troca do apoio ao candidato Hugo Motta (Republicanos-PB) na disputa pela presidência da Câmara, mas acabou tendo que aceitar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), segundo integrantes do partido.
Durante as negociações, o PT foi informado de que a relatoria da LOA deve ficar com o União Brasil, embora o MDB ainda pleiteie o posto. Por isso, o partido aceitou relatar a LDO, que fixa os parâmetros para elaborar e executar o Orçamento do ano seguinte.
Neste ano, a relatoria da LDO e da LOA ficaram a cargo dos senadores Confúcio Moura (MDB-RO) e Angelo Coronel (PSD-BA), respectivamente —os dois projetos precisam ser votados até o fim do ano sob pena de o governo iniciar 2025 com limites à execução orçamentária.
Além da LDO, a negociação pelo apoio de Motta envolveu a indicação a uma vaga no TCU e também a avaliação do partido de que era necessário dar governabilidade ao presidente Lula (PT) em seus dois últimos anos de mandato.

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