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'Queremos prestigiar o parlamento', diz Marinho sobre fim da escala 6x1

O governo acredita ser necessário que os PLs também avancem, porque eles têm um caminho mais curto do que as PECs e poderíamos resolver mais rapidamente essa demanda tão clamada pelo conjunto de trabalhadores e trabalhadoras do Brasil.
Luiz Marinho

Ele cobrou o apoio dos parlamentares para que os PLs avancem. Segundo Marinho, os diálogos com Motta garantem o protagonismo do Congresso. "Se necessário for, nós vamos fazer o PL com urgência. [...] Depende de vocês conversarem com o presidente Hugo Motta e ver aqui o ritual do PL porque é muito mais simplificado", ressaltou.

Marinho reforçou que a redução da escala para 40 horas semanais é a alternativa mais viável. O ministro avalia não ser possível reduzir imediatamente para 36 horas semanais e diz que o corte para 40 horas é suficiente para a adoção da escala 5x2. Ele pondera ainda que as especificidades da nova escala devem ficar para as negociações coletivas.

Nós preferimos trabalhar a redução para 40 horas semanais com duas folgas na semana e as especificidades de escalas de jornada, negociação coletiva.
Luiz Marinho

Fim da escala 6x1 aparece em ao menos quatro projetos no Congresso. Apresentados em formatos de PEC (Proposta de Emenda à Constituição) na Câmara e no Senado, os textos propõem a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 ou 36 horas. Ambos os casos representam o fim das dinâmicas com seis dias trabalhados e apenas um de descanso.

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