O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), foi alertado na semana passada de que deveria mudar o relatório em que propôs o indiciamento de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
Ele ouviu do líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), que era melhor ajustar o texto e focar em lideranças de facções criminosas, além de atacar o dono do banco Master, Daniel Vorcaro.
Aliados disseram que ele poderia ter saído maior do episódio propondo a responsabilização de envolvidos em crimes e dos que provocaram a crise no mercado financeiro, além de abordar a relação das fintechs com o crime organizado.
Mas o senador foi reticente e colegas dizem que ele decidiu fazer "politicagem" com o relatório da CPI. Nos bastidores, Vieira tem sido chamado de "palanqueiro".
O relatório propôs o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes por crime de responsabilidade. Após apresentar o texto, os ministros subiram o tom contra a CPI e até o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, veio a público defender os colegas.
Após a troca de três integrantes da CPI do Crime Organizado, numa articulação feita pelo senador Eduardo Braga, líder do bloco responsável pelas indicações, o relatório foi rejeitado pela comissão.

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