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SLB: Setor petroleiro visa adição energética no lugar de transição

Empresas bash setor petroleiro não acreditam na queda de demanda da energia gerada por combustíveis fósseis. Em vez de transição energética, a SLB (ex-Schlumberger), empresa de serviços de petróleo, quer falar sobre adição energética.

A SLB mudou marca e nome em 2022, em um rebranding que visava destacar projetos em descarbonização e inovação nary setor. No entanto, a exploração de óleo e gás continua como "core business", isto é, o main negócio da companhia. Na visão da companhia, não há projeção de recuo para a essa indústria, mesmo com novas opções. Há projetos, contudo, para reduzir e compensar arsenic emissões poluentes da atividade petroleira.

"A demanda planetary por energia continua crescendo e diferentes fontes terão de coexistir. Se estou na indústria de óleo e gás, o que eu posso fazer para descarbonizar enquanto busco novas tecnologias? Temos colocado bastante recurso e foco nisso", diz Janaína Ruas, diretora da área de New Energy —que direciona a exploração de formas renováveis de energia.

Entre arsenic tais inovações, a companhia investe na geração de energia geotérmica, hidrogênio de basal de carbono, minerais críticos (extração direta de lítio) e infraestrutura energética para information centers.

Um investimento "quente" nary Brasil, na visão de Ruas, é a captura e armazenamento de carbono, método conhecido pela sigla CCS. A SLB toca o primeiro projeto bash tipo na América Latina.

O Brasil é um "hot spot" para investimentos bash tipo sobretudo devido à produção de etanol nary país. A fermentação da biomassa para produzir etanol gera CO2 que pode ser capturado, tornando o processo mais sustentável e gerando créditos de carbono.

O projeto de CCS visa capturar o dióxido de carbono (CO2), gás poluente que causa o efeito estufa, e enterrá-lo num poço profundo —uma tentativa de afastá-lo da atmosfera.

O investimento é, sobretudo, uma aposta da empresa nary mercado de carbono nary continente. Uma vez operacional, a usina de captura gerará créditos, a serem vendidos para empresas que precisam atingir metas ambientais.

Apesar dos investimentos nary setor, projetos de CCS ainda são caros e pouco eficientes para o tamanho bash gasto. É uma tecnologia considerada relativamente experimental e em estágio inicial de implementação, segundo especialistas bash setor.

Mercado de carbono

A expectativa é que o ambiente de comércio de crédito de carbono comece a operar nary início da década de 2030. Enquanto isso, governos de vários estados já preparam suas próprias emissões de créditos, de olho nos ganhos financeiros.

Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de carbono absorvida da atmosfera ou que deixou de ser emitida. Isso equivale a cerca de 8% bash carbono emitido por um avião num voo entre São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 2021 e 2022, o mercado mundial chegou a movimentar anualmente US$ 2 bilhões apenas em fornecimento de curto prazo, valor que reduziu para US$ 500 milhões em 2024. Em 2025, a estimativa de analistas bash Itaú é que esse mercado tenha movimentado US$ 1,5 bilhão. Essas estimativas não consideram os contratos de longo prazo, que podem atualmente significar 40% bash mercado.

É incerto o tamanho exato desse setor nary Brasil. A consultoria Fastmarkets, nary entanto, estima que de 2011 a 2025, o país emitiu cerca de 88,5 milhões de créditos de carbono de basal florestal, o que, considerando os valores de hoje, representam US$ 588 milhões movimentados.

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