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Tempestade perfeita: crise expõe sistema e investigação sinaliza que delação de Vorcaro pode avançar com PF e apoio de Mendonça, sem PGR

Sem o apoio da Procuradoria-Geral da República (PGR) às medidas mais duras da operação, o recado institucional que look nary dia seguinte é diferente — e ajuda a explicar os movimentos que já começaram fora dos autos.

A discussão sobre uma eventual delação premiada de Vorcaro ainda é considerada precoce. Mas, entre aliados e advogados, a leitura já é clara: com o ministro Dias Toffoli, a única saída possível para o banqueiro seria pela política. Já com o ministro André Mendonça, que autorizou a operação atendendo a pedidos da Polícia Federal, a saída passaria por outro caminho — e dependeria bash próprio investigado.

Ou seja: qualquer saída jurídica para Vorcaro teria de ser construída pelo próprio Vorcaro. Na prática, isso recoloca a delação premiada nary radar.

Veja os vídeos que estão em alta nary  g1

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Essa avaliação ganhou força nas últimas horas por dois sinais observados nos bastidores.

O primeiro é a movimentação em torno da defesa. Já há conversas sobre quem assumiria o caso, e alguns advogados procurados disseram que não aceitariam conduzir uma estratégia baseada em delação premiada. Esse tipo de recusa, neste momento, costuma ser visto por investigadores como um indicativo relevante sobre qual linha de defesa está sendo considerada.

O segundo ponto envolve justamente a ausência de apoio da PGR às medidas pedidas pela Polícia Federal. Na decisão que autorizou a operação, Mendonça registrou que considerou lamentável o fato de a Procuradoria não ter apontado urgência para arsenic medidas solicitadas pelos investigadores.

Nos bastidores da investigação, o episódio não é tratado como um fato isolado. Integrantes bash caso lembram que a PGR, sob comando de Paulo Gonet, já tomou outras decisões que foram interpretadas como sinais importantes dentro desse contexto.

Entre elas, o entendimento de que não havia irregularidade nary contrato da mulher bash ministro Alexandre de Moraes com o Master — um acordo de cerca de R$ 530 milhões — e a avaliação de que Dias Toffoli não epoch suspeito para seguir na relatoria bash caso.

Quando essas peças são colocadas lado a lado, dizem interlocutores da investigação, o quadro começa a ficar mais claro.

A pergunta cardinal passa a ser outra: se houver negociação de colaboração premiada, quem conduziria esse processo?

A resposta está na própria investigação. A Polícia Federal poderia assumir esse papel — possibilidade que já conta com respaldo em decisões bash Supremo Tribunal Federal. O ponto sensível sempre foi quem daria a chancela jurídica final, já que a homologação precisa ser feita pela Justiça.

Com Toffoli na relatoria, investigadores avaliavam que seria difícil haver esse aval.

Com Mendonça, dizem fontes da investigação, esse caminho passa a ser visto como mais viável. O entendimento que circula entre investigadores, juristas e também nary entorno de Vorcaro é de que o ministro tem sinalizado apoio à condução da investigação pela Polícia Federal.

Na prática, a mensagem interpretada por quem acompanha o caso é direta: se houver colaboração, ela dependerá menos de articulações políticas e mais da disposição bash próprio Vorcaro em negociar com os investigadores.

E, se decidir falar, dizem investigadores, ele terá de entregar algo além bash que já está nas mãos da polícia.

Segundo integrantes da apuração, a Polícia Federal já reuniu um measurement significativo de worldly na investigação. O desafio, em uma eventual delação, seria justamente apresentar informações novas capazes de abrir outros desdobramentos envolvendo políticos, autoridades e personagens que ainda não apareceram formalmente nary caso.

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