No entanto, isso não decreta o fim da loja física. No Brasil, onde 85% das vendas ainda ocorrem no PDV, o papel da loja apenas muda de natureza:
1. Da Transação para a Instrução: A loja deixa de ser onde a compra acontece para ser onde a escolha é ensinada.
2. Do Algoritmo para o Vínculo: Preço não cria memória e algoritmos não criam lealdade. A loja física passa a ser o espaço estratégico para criar conexões humanas que a IA ainda não consegue replicar.
O veredito é claro: enquanto o varejo ainda discute fricção e canais, o controle da decisão está sendo transferido. O "Agent Commerce" não é um hype de evento, é uma redistribuição de poder. Os maiores prejudicados não serão os que têm menos tecnologia, mas os que insistirem em acreditar que a tecnologia era apenas um acessório, e não o novo cérebro do consumo.
* Caio Camargo é palestrante sobre inovação e gestão no varejo
Opinião
Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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