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Trump queria 'estrangular' a China, que fez lição de casa, diz professor

Com a atuação do presidente Trump na Venezuela e agora no Irã, ele queria de fato estrangular o máximo possível a questão do petróleo chinês. Por outro lado, os chineses têm uma relação comercial muito importante com a Rússia, que agora volta ao cenário internacional para vender Petróleo com o apoio norte-americano. Então, a China tem outras opções, inclusive o Brasil é uma delas -- o Brasil é um grande exportador de petróleo para a China e pode incrementar essas vendas neste cenário internacional.
Marcus Vinícius de Freitas

O professor afirmou que o quadro não é de desespero para os chineses, como tende a ocorrer na Europa, que sente primeiro o choque de energia e pode enfrentar efeitos em cadeia.

Os chineses fizeram a lição de casa, claro que estão preocupados, mas não desesperados, como será o caso, por exemplo, que você vai observar na Europa, que é, de fato, o primeiro continente que sofre com todas essas situações. A Europa sofre com a questão energética, a Europa vai sofrer com a questão migratória e, com certeza, vai sofrer as consequências até de terrorismo no futuro.
Marcus Vinícius de Freitas

Freitas disse que a China tenta reduzir a dependência do petróleo "desde 1993" e que a guerra também provoca o que ele chamou de "reversão" nos modos de produção e na agenda climática em outros países. Ele citou a Coreia como exemplo de volta à utilização do carvão.

A Coreia, por exemplo, que não faz a mesma lição de casa, já anunciou que vai usar carvão e voltou a utilizar carvão. Então você vê que esta guerra está criando uma reversão também na questão da preocupação com a mudança climática.
Marcus Vinícius de Freitas

O Mercado Aberto vai ao ar de segunda a sexta-feira no UOL às 8h, com apresentação de Amanda Klein, antecipando os principais movimentos do mercado financeiro.

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