O secretário da Casa Civil de Tarcísio de Freitas (Republicanos), Arthur Lima, e o presidente do diretório paulista do União Brasil, Milton Leite, discutiram o apoio da federação União Progressista ao governador nas eleições deste ano em uma reunião na manhã desta quinta-feira (8), no Palácio dos Bandeirantes.
O encontro ocorreu em meio a ameaças do PP, que forma a federação com o União, de não apoiar a reeleição de Tarcísio —o presidente do partido, Ciro Nogueira, que já foi um dos principais entusiastas de uma candidatura presidencial do governador, agora descarta que ele dispute o posto, como a Folha revelou, dando lugar a Flávio Bolsonaro (PL).
Tarcísio está de férias nos Estados Unidos e só deve retornar a São Paulo na próxima semana. Arthur Lima, considerado seu braço direito, recebeu Leite para discutir com o dirigente a liberação de emendas partidárias de sua bancada a prefeituras do interior.
Segundo um interlocutor, Lima saiu da reunião dizendo que Leite reforçou o apoio da federação —e não apenas do União— a qualquer cargo que Tarcísio venha a disputar, em uma sinalização de que, para aliados em São Paulo, a candidatura à Presidência não está descartada. O secretário foi procurado, mas preferiu não comentar.
Milton Leite confirmou o apoio da federação a Tarcísio em São Paulo, mas disse que a conversa buscou garantir a liberação das emendas parlamentares da legenda a cidades indicadas pelos deputados.
O dirigente estadual afirmou que o processo de liberação dos recursos tem sido muito lento —queixa relatada pelo PP no comunicado do partido que anunciou a possibilidade de deixar de apoiar o governador—, mas disse que "às vezes, é a prefeitura que não faz o cadastro [correto das demandas nos sistemas estaduais]".
O encontro revela um racha na federação União Progressista em São Paulo. Para integrantes do União, é o partido quem comanda a federação no estado, maior colégio eleitoral do país. Para membros do PP, a liderança está com o próprio partido.
O governador declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro em 8 de dezembro, três dias após o senador anunciar que havia recebido a indicação do pai. O entorno de Tarcísio em São Paulo passou a avaliar, nos dias posteriores, que o governador não tem se movimentado no sentido de demover o senador da candidatura.
Aliados, inclusive em setores do PL paulista, relatam ainda nutrir expectativas de que Flávio abra mão de concorrer e libere a candidatura a presidente para o governador.

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3 meses atrás
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