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6x1: Setor produtivo faz ofensiva no Congresso às vésperas de votação

A última audiência foi na terça e recebeu confederações. A sessão contou com representantes da indústria, comércio, transportes e agropecuária.

As confederações defenderam que a redução da jornada de trabalho deveria ser feita por negociação coletiva. Os representantes também citaram possíveis efeitos negativos como aumento de custos, repasse de preços ao consumidor, redução de investimentos e risco de demissões.

O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), rebateu. Segundo ele, a redução da jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais, feita em 1988, levantou as mesmas preocupações, que não se concretizaram ao longo do tempo.

Azi também afirmou que a negociação coletiva defendida pelas empresas nunca avançou. "Se não tiver a sinalização clara de uma lei nacional, [determinados setores] não vão procurar alternativas. É como se estivessem acomodados com a situação atual, sem buscar avançar num tema que é muito caro à classe trabalhadora", disse.

Após a sessão, Azi falou que a tendência é pela admissibilidade da proposta de redução da jornada. Segundo ele, porém, diante das divergências entre trabalhadores e empregadores.

Debate vai ser aprofundado na comissão especial. Esta é a fase seguinte, caso o parecer do relator seja aprovado na CCJ.

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