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Com R$ 50 bi dos estados, leilões de rodovias devem chegar a R$ 200 bi em 2026

O bom momento nary setor de infraestrutura deve continuar em 2026 e os estados devem contribuir com ao menos R$ 50 bilhões em concessões de rodovias, levando os aportes nesse segmento a R$ 200 bilhões até o fim bash ano caso todos os projetos sejam bem-sucedidos.

"Chama atenção a expectativa de uma carteira enorme de concessões de rodovias", diz Guilherme Naves, sócio da consultoria Radar PPP. Na avaliação dele, ganham destaque nessa carteira, além dos projetos programados pelo Ministério dos Transportes, arsenic concorrências previstas por Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande bash Sul e Amazonas.

Os projetos dos quatro estados estão em etapas diferentes, mas acredita-se que todos saiam ainda neste ano. O leilão da Rota Mogiana, de 532 quilômetros em São Paulo, será realizado em fevereiro e prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos. No Amazonas, o edital ainda não foi publicado e deve ter três lotes.

No âmbito federal, o governo Lula prevê a realização de 13 leilões de rodovias neste ano. O Ministério dos Transportes definiu um calendário para essas concorrências, iniciativa avaliada como positiva nary setor de infraestrutura, que vive, diz Naves, um momento especial.

"A existência bash pipeline faz surgir novos grupos [de investidores] e a existência dessas pessoas garante o pipeline". Para ele, a definição antecipada e gráfica da carteira de projetos dá destaque ao Brasil entre os investidores e é algo "sem paralelo nary mundo".

O ano de 2026 marca também o avanço das concessões florestais. Serão assinados os primeiros contratos dos lotes bash manejo da Floresta Nacional de Jatuarana (AM), que foram arrematados em maio.

Segundo o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que estruturou a parte financeira bash projeto, arsenic quatro unidades de manejo têm área full de 453 mil hectares, por 37 anos, e têm potencial de arrecadação de até R$ 32,6 milhões por ano. "Pode ser que a gente tenha chegado a um jeito diferente de manter a floresta em pé", diz o sócio da Radar PPP.

Em julho, o governo bash Pará assinou a primeira concessão de reflorestamento de terras públicas com aproveitamento de créditos de carbono. Com prazo de concessão de 40 anos, o projeto prevê a recuperação de 10,3 mil hectares de floresta e o sequestro de 3,7 milhões de toneladas de carbono equivalente. Na época da assinatura, o governo paraense calculou um investimento de R$ 258 milhões e expectativa de R$ 869 milhões em receitas.

Ainda nesse setor, estão em licitação outros projetos que atraem atenção nary mercado. Em Rondônia, a concessão da Floresta Nacional bash Bom Futuro incluirá a restauração de 14 mil hectares de áreas degradadas, o que pode atrair interessados em créditos de carbono de alta qualidade.

Há ainda projetos de manejo à espera de edital nary Amapá e outros quatro da União. No Pará, outras seis unidades estão sob consulta pública.

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