Avaliando a possibilidade de sair do PSDB, o governador gaúcho Eduardo Leite afirmou nesta terça-feira (29) que ainda não há um prazo para definir o seu futuro partidário. Os tucanos estão avançando para concretizar uma fusão com o Podemos, o que deve ser definido em 5 de junho, quando foi convocada uma convenção nacional da sigla. Diante deste processo de fusão, Leite disse que está analisando o melhor caminho para seguir a sua carreira política, tendo em vista que não pode concorrer novamente ao Piratini, por conta de ser governador reeleito, e também de seu anseio de liderar um projeto à Presidência da República em 2026. “Tem que, efetivamente, buscar formar um grupo para isso (concorrer ao Planalto), e aí eu vou identificar qual o melhor caminho. Se é a partir deste novo partido que o PSDB e o Podemos devem formar, ou se através de uma outra agremiação partidária, e a que eu tive mais contato foi a do PSD”, admitiu Leite. O governador também justificou a razão de o PSD ser o seu possível destino: “Não apenas pelos contatos do presidente (Gilberto) Kassab, mas porque muitos tucanos, ex-colegas de partido, se dirigiram ao PSD. Nitidamente é uma agremiação na qual vejo que tem muitas pessoas que pensam como eu”, justifica.
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Avaliando a possibilidade de sair do PSDB, o governador gaúcho Eduardo Leite afirmou nesta terça-feira (29) que ainda não há um prazo para definir o seu futuro partidário. Os tucanos estão avançando para concretizar uma fusão com o Podemos, o que deve ser definido em 5 de junho, quando foi convocada uma convenção nacional da sigla.
Diante deste processo de fusão, Leite disse que está analisando o melhor caminho para seguir a sua carreira política, tendo em vista que não pode concorrer novamente ao Piratini, por conta de ser governador reeleito, e também de seu anseio de liderar um projeto à Presidência da República em 2026.
“Tem que, efetivamente, buscar formar um grupo para isso (concorrer ao Planalto), e aí eu vou identificar qual o melhor caminho. Se é a partir deste novo partido que o PSDB e o Podemos devem formar, ou se através de uma outra agremiação partidária, e a que eu tive mais contato foi a do PSD”, admitiu Leite.
O governador também justificou a razão de o PSD ser o seu possível destino: “Não apenas pelos contatos do presidente (Gilberto) Kassab, mas porque muitos tucanos, ex-colegas de partido, se dirigiram ao PSD. Nitidamente é uma agremiação na qual vejo que tem muitas pessoas que pensam como eu”, justifica.

Governador Eduardo Leite foi recebido no Jornal do Comércio pelo diretor-presidente, Giovanni Jarros Tumelero, e pelo presidente do Conselho do JC, Mércio Cláudio Tumelero EVANDRO OLIVEIRA/JC
As declarações foram dadas durante entrevista de Eduardo Leite ao Jornal do Comércio. O governador esteve no JC nesta terça-feira, quando foi recebido pelo diretor-presidente do JC, Giovanni Jarros Tumelero, e pelo presidente do Conselho, Mércio Cláudio Tumelero. Eduardo Leite estava acompanhado do secretário estadual de Comunicação, Caio Tomazeli.
A entrevista completa será publicada na próxima segunda-feira, dia 5 de maio, nas edições impressa e online.

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