O ex-secretário de Desenvolvimento Social, Léo Voigt, será ouvido novamente pela CPI da Pousada Garoa. A nova convocação foi proposta pelo vereador Ramiro Rosário (Novo), que apontou, em requerimento aprovado na sessão desta segunda-feira (05), inconsistências entre a fala feita por Voigt na Câmara em abril de 2024, poucos dias após o incêndio, e o depoimento prestado à CPI em março deste ano. A nota técnica, enviada junto com o requerimento, indica que, no depoimento de 2024, enquanto ainda comandava a pasta, Voigt assumiu um “tom de protagonismo”, evocando responsabilidade e demonstrando domínio técnico sobre os processos. Em 2025, por outro lado, o ex-secretário afirmou que não havia contratado diretamente os serviços do complexo habitacional, além de negar o conhecimento de denúncias e processos contra a Pousada Garota.O documento ainda ressalta que, em sua fala após o incêndio, o ex-secretário não menciona as fiscalizações nos prédios do empreendimento, assim como não reconhece qualquer falha estrutural da secretaria ou da prefeitura. No depoimento deste ano, Voigt afirmou que as fiscalizações eram feitas após aviso prévio ao dono da pousada.
Continue sua leitura, escolha seu plano agora!
O ex-secretário de Desenvolvimento Social, Léo Voigt, será ouvido novamente pela CPI da Pousada Garoa. A nova convocação foi proposta pelo vereador Ramiro Rosário (Novo), que apontou, em requerimento aprovado na sessão desta segunda-feira (05), inconsistências entre a fala feita por Voigt na Câmara em abril de 2024, poucos dias após o incêndio, e o depoimento prestado à CPI em março deste ano.
A nota técnica, enviada junto com o requerimento, indica que, no depoimento de 2024, enquanto ainda comandava a pasta, Voigt assumiu um “tom de protagonismo”, evocando responsabilidade e demonstrando domínio técnico sobre os processos. Em 2025, por outro lado, o ex-secretário afirmou que não havia contratado diretamente os serviços do complexo habitacional, além de negar o conhecimento de denúncias e processos contra a Pousada Garota.
O documento ainda ressalta que, em sua fala após o incêndio, o ex-secretário não menciona as fiscalizações nos prédios do empreendimento, assim como não reconhece qualquer falha estrutural da secretaria ou da prefeitura. No depoimento deste ano, Voigt afirmou que as fiscalizações eram feitas após aviso prévio ao dono da pousada.
No entanto, a desconfiança dos parlamentares aumentou quando Voigt, em seu depoimento mais recente, negou a presença do ex-presidente da Fasc, Cristiano Roratto, na audiência de 2024, mesmo existindo registros do depoimento conjunto dos dois. Roratto é um dos três indiciados pela Polícia Civil no caso que investiga o incêndio.
Na sessão da CPI desta segunda, foram ouvidos dois integrantes do Corpo de Bombeiros. Segundo o tenente-coronel Lucio Junes da Silva, que era comandante do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros, as condições da pousada contribuíram para a disseminação do fogo e dificultaram a evacuação do prédio. Quando chegaram ao local, conta ele, o grupo de bombeiros se deparou com chamas generalizadas e com parte da estrutura já colapsada.
De acordo com o tenente-coronel João Dittberner, a unidade do empreendimento que pegou fogo não possuía Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) para o funcionamento de uma pousada. O último PPCI da construção havia sido apresentado em 2019, para o uso da estrutura como um escritório. Segundo Dittberner, não é possível afirmar qual foi a origem do incêndio e que o órgão não possui equipe para a realização de uma perícia.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU) 




:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)










Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro