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Nasa transforma missão lunar da Artemis II em espetáculo global ao vivo

Na sequência, o mundo acompanhou o momento em que a cápsula Orion realizou uma amerissagem suave, a 30 km/h, no Oceano Pacífico, em frente a San Diego, com a ajuda de enormes paraquedas, às 17h07 no horário local (21h07 em Brasília), exatamente como havia sido planejado pela agência espacial americana. O administrador da Nasa, Jared Isaacman, classificou a viagem como "uma missão perfeita".

Além do feito tecnológico, o projeto também foi um marco em termos de comunicação. Diferentemente da primeira missão Artemis, em 2022, desta vez a Nasa não economizou esforços para transmitir o maior volume possível de imagens.

"Em 2022, diziam que não havia meios de transmissão suficientes de imagens, que era preciso priorizar os dados da nave e de engenharia", contou Zebulon Scoville, diretor de voo da Nasa. "Respondi que eles estavam errados", disse. "Esse programa vai morrer se não conseguirmos conquistar o apoio das pessoas", insistiu.

A Lua em 4K nas redes sociais

A Nasa então se organizou para encontrar uma forma que permitisse transmitir imagens ao vivo durante a missão. A Orion, nave que levou os quatro astronautas de Artemis ao redor do satélite natural, foi então equipada com um sistema de comunicação óptica com a Terra, um laser capaz de enviar para estações em solo vídeos em resolução superior. O objetivo era levar o grande público junto com os astronautas nessa jornada rumo à Lua.

O sobrevoo da Lua foi transmitido ao vivo no site da Nasa e também no YouTube. Mas as imagens, em qualidade 4K, também puderam ser vistas na Netflix e via Twitch, somando milhões de visualizações em todas as plataformas.

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