Membro da CPMI do INSS, o senador Rogério Marinho (PL-RN) diz que as novas revelações do caso Master mostram que é preciso criar uma nova comissão específica para investigar o escândalo.
"São dados que não podem ficar descontextualizados, têm de ser analisados e reforçam a necessidade de abrir uma CPI específica", diz.
Nesta semana, a comissão criada para investigar desvios previdenciários recebeu informações da quebra de sigilo de Vorcaro, uma vez que o Master atuava também no setor de empréstimos consignados.
"Essas informações extrapolam o objeto desta CPI. O caso do Master é muito mais complexo, envolve também malversação de recursos do sistema financeiro, CDBs sem lastro, o uso do fundo garantidor de forma leviana, negociação promíscua com o Banco Central. Isso não deve ser tratado de forma lateral", avalia Marinho.
Segundo ele, pedir uma CPI do Master é fazer uma aposta na racionalidade. "É o papel do Parlamento, atuando de forma complementar ao Judiciário", diz,
Apesar da pressão e das novas revelações, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) e Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) resistem a autorizar a comissão. Por enquanto, o caso Master vem sendo investigado pelas CPIs do INSS e do Crime Organizado.

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