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'Terror': robô persegue homem em 1º caso de difamação feita pela IA

Para Diogo Cortiz, esse tipo de comportamento tende a ficar mais comum à medida que agentes se tornarem mais autônomos, capazes de interagir com serviços e aprender novos passos sozinhos.

Isso mostra uma consequência de a gente ter esse monte de agente sem controle. É um desafio enorme para uma área muito específica da IA que a gente chama de alinhamento, ou seja, fazer a IA estar alinhada com os nossos valores. Mesmo que os chatbots coloquem travas, na hora que você começa a expandir isso em um agente específico, ele começa a se auto-reconfigurar. Aí a coisa muda de figura.
Diogo Cortiz

Em novo plano, China prevê domínio sobre IA, satélites, chips e energia até 2030

A China aprovou, no começo de março, o 15º Plano Quinquenal, que define as bases da economia do país entre 2026 e 2030. O texto coloca tecnologia no centro e mira liderança global até o fim da década. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam as quatro áreas a serem dominadas.

Como era de se esperar, um dos pilares é a inteligência artificial, mas tem outros três que são bem interessantes, que são satélites, energia verde e, claro, circuitos integrados, os chips. Olhando para a inteligência artificial, qual é a ideia da China? É acelerar o desenvolvimento de novos modelos, trabalhar sempre na fronteira da tecnologia, nesses modelos mais avançados, nessas novas abordagens de inteligência artificial. Mas eles têm uma missão diferente: eles não querem só desenvolver a tecnologia. O que a China quer é utilizar a inteligência artificial para remodelar a sua economia real.
Diogo Cortiz

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