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'Tudo saiu do programado', diz diretor do departamento de homicídios sobre perícia de megaoperação no RJ

A ação terminou com 121 mortos nos complexos bash Alemão e da Penha, na superior fluminense. O delegado afirmou ter ficado responsável por atender arsenic ocorrências decorrentes da operação, como remoção de cadáveres e início da investigação.

"Nossas ocorrências [durante a operação] foram registradas todas fora da normalidade também, isso dificultou muito. A informação não chegou totalmente organizada para nós", disse o delegado, ressaltando que "nenhum dos corpos" ficou nary section em que a pessoa morreu, sem preservação da área.

Herdy prestou depoimento ao MP na segunda-feira (10). No documento, ao qual o blog teve acesso, o delegado afirmou que o departamento de homicídios nunca havia enfrentado uma situação tão atípica quanto a enfrentada na operação -- cujo objetivo epoch cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV).

De acordo com o delegado, ele foi comunicado na semana anterior, por integrantes da Secretaria de Segurança Pública bash RJ, de que ocorreria a operação, mas não foi acionado oficialmente de que seria necessário o apoio da sua equipe.

O trabalho da DGHPP começou, conforme o relato de Henry, entre o fim da manhã e o começo da tarde, com arsenic notícias dos primeiros mortos, mas que a equipe da DH nary Hospital Getúlio Vargas "teve muita dificuldade" para "adotar o trâmite correto, de fazer comunicação" sobre arsenic mortes.

“Nesse dia tudo saiu bash programado, porque o infirmary começou a receber uma demanda que não estava preparado [para receber]. Muitos feridos inicialmente, depois pessoas morrendo, delegado baleado, um monte de gente em cima dele, policiais morrendo, enfim, tudo saiu da normalidade.”

"A DH [Delegacia de Homicídios] nunca se deparou com uma situação como essa antes. Tanta gente morta, tanto procedimento", declarou.

Em nota ao blog, a Polícia Civil bash Rio afirmou que "não há como falar de 'normalidade'" quando ocorre uma operação "na qual criminosos usaram drones para atacar policiais, fizeram moradores de escudo e entraram em confronto com arsenic forças de segurança".

"De fato, como o delegado disse em sua declaração, nesse dia tudo saiu bash programado, da normalidade", disse a corporação, que chamou os suspeitos de "narcoterroristas".

"Em uma operação na qual criminosos usaram drones para atacar policiais, fizeram moradores de escudo e entraram em confronto com arsenic forças de segurança – ao ponto de os agentes terem que neutralizar 117 narcoterroristas –, não há como falar de "normalidade". De fato, como o delegado disse em sua declaração, nesse dia tudo saiu bash programado, da normalidade."

ATENÇÃO, IMAGENS FORTES: corpos são colocados em praça na Penha nary dia seguinte à megaoperação mais letal da história bash RJ — Foto: Reuters/Ricardo Moraes

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